quinta-feira, 20 de setembro de 2012

O que levo comigo.



E se você, por questão de sobrevivência, precisasse sair correndo para viver numa ilha? E se tivesse apenas alguns minutos para colocar 5 itens na mala? O que escolheria?

Essa foi a dinâmica que fizemos no Pequeno Grupo Esperança.
Depois de curto tempo para respostas, ouvimos o que cada um levaria e as suas justificativas. Refletimos sobre a real necessidade de levar aqueles itens traçando um paralelo com o que carregamos conosco no dia a dia. 

Há tanta coisa que vamos guardando pensando usar oportunamente. Muitas vezes, por anos e anos, mas sem jamais utilizar. Chegamos até a esquecer de que temos esses objetos e, num momento de precisão, a compra é para nós a única solução. Vimos que muito da nossa bagagem é totalmente desnecessário, que apenas ocupa espaços em nossos lares, em nossas gavetas, em nossas bolsas, em nossas vidas. Ficar sem esses objetos é possível e é provável que seja melhor.

Da mesma forma, podemos passar anos acumulando sentimentos que pesam em nossa bagagem espiritual e nos afastam de Deus. Lembranças amargas, ressentimentos, mágoas...

Sem falar que também arrastamos conosco maus hábitos que adquirimos com o tempo e com a evolução do mundo. Passamos a falar ao celular enquanto dirigimos, a comer qualquer coisa rápida e nada saudável, a perder horas olhando lixo na internet e lendo e-mails que não fazem a menor diferença para nosso crescimento espiritual, pessoal, familiar ou profissional.  

Tempo que poderia ser usado para apreciar momentos em família, dar atenção aos amigos, socorrer pessoas ou com a leitura da Palavra de Deus e outros textos edificantes.

Decidimos parar e observar melhor o que transportamos. Olhar armários, emoções, corações. Prestar atenção em nós.  Descobrir o que realmente é essencial e o que precisamos jogar fora. Fazer uma limpeza geral.

Já!

Jacilene Oliveira

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A cura para a ingratidão.




Nosso estudo nos fez refletir sobre formas de ingratidão. Sobre o que é ser ingrato e como lidar com a ingratidão. Algumas vezes nos portamos com ingratidão com quem convivemos por não reconhecer ou valorizar boas ações do nosso cônjuge, filhos, pais e de outras pessoas que nos rodeiam. Devemos ter o cuidado de perceber quando alguém dá o melhor de si para nos agradar. E também entender que o melhor que essa pessoa ofereça pode não superar as nossas expectativas, mas é o que ela pode e sabe fazer.

Isso deve ser aplicado àquela comida que seu cônjuge fez, mas que, ao seu paladar, não ficou tão gostosa. À arrumação no quarto que não ficou tão perfeita quanto você pediu ao seu filho. Ao que você esperava dos seus pais em relação aos seus sonhos que foram frustrados.

Exigir demais de uma pessoa ou idolatrar alguém a ponto de achar que não deve ou é incapaz de errar pode levar a grandes decepções. E, em consequência, conduz a agir com ingratidão, pois tudo de bom que essa pessoa possa ter realizado até o momento da falha vai desaparecer.

Devemos aprender a olhar para as mínimas coisas boas e ter um coração grato.
Em primeiro lugar, devemos ser gratos ao nosso Deus, que nos criou, e agradecer sempre a Ele pela vida. Até mesmo pelas lutas, porque em cada uma delas há, no mínimo, aprendizado para correção.

Devemos aprender com Jesus a lidar com a ingratidão. Jesus não se iludia com as pessoas. Ele não esperava demais delas, porque já sabia o que podiam oferecer. Ele não alimentava expectativas. Não idolatrava.

Jesus não se decepcionou com Judas quando foi traído. E não o abandonou. Pelo contrário. Ele sempre soube com que tipo de pessoa estava lidando e se preparou para ser traído.

Jesus ama sem se iludir. Entende as limitações.
Ele sempre deu graças ao Pai e tudo fez para glorificar o seu nome.

Devemos reconhecer todas as bênçãos que recebemos de Deus e agradecer sempre por seu amor incondicional, fazendo tudo para que seu nome seja glorificado.